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Maravalha para equinos: granulometria, absorção e bem-estar nas baias

O que avaliar na maravalha para haras e centros de treinamento — poeira, conforto, controle de amônia e impacto no aparelho respiratório dos cavalos.

04 de janeiro de 2025 · 6 min de leitura
Maravalha para equinos: granulometria, absorção e bem-estar nas baias

Cavalos passam de 12 a 18 horas por dia na baia. A qualidade da maravalha que forma essa cama afeta diretamente o aparelho respiratório, casco e até o rendimento esportivo do animal.

Granulometria importa

Maravalha muito fina forma poeira e provoca DPOC equina (recurrent airway obstruction). Muito grossa não absorve direito e machuca casco. A faixa ideal é 1 a 4 cm — tamanho que o cavalo deita confortável, absorve urina e não levanta poeira.

Controle de amônia

Amônia em concentração elevada é o principal problema sanitário de baias mal manejadas. A maravalha de eucalipto, pela sua composição química, neutraliza amônia melhor que pinus puro — e muito melhor que serragem fina ou casca de arroz.

Quanto usar

Para uma baia padrão de 12 m², a recomendação é manter uma camada de 15 a 20 cm de maravalha, com retirada diária das fezes e reposição parcial 2 a 3 vezes por semana. Isso significa cerca de 0,5 a 0,8 m³ por baia por mês.